O amor é o melhor exemplo!
Doe amor...!
com sorrisos, com gestos, favores, elogios!
Na sua casa, no seu trabalho!
O amor é a chave!
Se o amor é a chave.. comece perdoando!
e agradecendo, tudo que a vida te deu
seja bom ou ruim!
Pois tudo te ensina a ser melhor em algo!
Aí quando voce perdoa e agradesce, tudo melhora!
Você será sempre feliz!!!!
A vida conjugal dos pais influi decisivamente no destino dos filhos. Portanto,
os pais nunca devem discutir na presença dos filhos, se os amam realmente.
(P. 134 Livro , Lições para o cotidiano)
Sábado, 11 de Julho de 2009
Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Não perca tempo com fofocas, conversas com pessoas negativas...
Ou pensamentos negativos
Pois isso atrapalha o seu desenvolvimento em várias áreas
Não espere muito pensando para fazer algo
Use o agora com todas as forças
O Agora é Eterno
No agora grandes coisas podem ser feitas!!!
E sempre com a mente positiva!
Mente positiva sintoniza com mente de Deus!
O momento é agora! Não menospreze as coisas que tem agora!
Agradesça , Perdoe, Ame!
AGORA!
Volte sempre sua mente para Contemplar Deus!
em toda a parte!
no seu trabalho, na escola, em casa!
"Não devemos desprezar a oportunidade que existe na situação presente, por menor que seja. As mil promessas de oportunidades futuras nada valem diante de uma oportunidade real, ao alcance de nossas mãos. Devemos, pois, tirar o máximo proveito da situação atual" Livro dos jovens pag. 240
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Nao precisa!

...
A idéia de se punir, de se redimir os erros do passado
faz a pessoa, ter uma vida sofrida e infeliz,
atraindo a pobreza, a doença e os infortunios etc
Mas...
Você não precisa mais sofrer
Deus já te perdoou e não te impõe castigos!
Abrindo a mente entendendo que é filho de Deus
que só merece coisas boas e partir para a ação!!
só pode acontecer coisas boas!!!!
e somente coisas boas acontecerão!
Você é a propria Vida de Deus!
Saudável, Eterno, Feliz!!!
Vivendo no agora eterno!!!
VOCÊ SERÁ SEMPRE FELIZ!!!
:D
"A atitude mental de exaltar a pobreza honrada, está
intimamente ligada a idéia de pecado"
(Livro A humanidade é isenta de pecado p. 57)
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Tudo que se planta colhe.
Tudo que se planta colhe.
Não existe nada por acaso, tudo acontece por que um dia
foi plantado<<
Portanto plante coisas boas sempre!!!
Deus nos sustenta sempre segundo a lei de causa e efeito
O acaso não existe
Devemos amar a Deus, amar a nós mesmos
o próximo, e o nosso trabalho.
Dentro da nossa mente existe a lei (vontade de Deus),
portanto já sabemos o que fazer!
"A chave da provisão infinita não está no mundo exterior,mas dentro da nossa mente."(Livro Chave da Provisão Infinita p 61)
leia / estude livros iluminadores aplique eles na Vida!
Ajude alguém e não esqueça de
Contemplar/ Reverenciar Deus!!!
Você já sabe o que fazer!
Você filho da Sabedoria Infinita de Deus!
Você já é a propria Sabedoria Infinita de Deus!
Maravilhoso Feliz! Próspero! Alegre!!
Somente coisas boas virão!!!!
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Bons Planos

Tenha bons planos na sua Vida!Grandes planos atraem as pessoas!
Porém, não conte para todo mundo o que vai fazer pois seus planos podem não dar certo.
A Palavra contem força interna no pensamento, e vai perdendo parcialmente a força quando se concretiza no mundo das formas.
Se seus planos chegarem nas pessoas negativas elas poderão duvidar, ou mentalizar "Tomara que fracasse" assim seus planos poderão não se concretizar.
POr isso importante manter em segredo seus planos até certo momento, e também não comentar coisas pessoais pois as pessoas poderão fazer comentários maldosos.
"Não devemos pensar que revelar o plano logo no início seja uma forma de concretizá-lo atravéz do poder da Palavra"
(livro Ensinamento da Verdade para Jovens vol 1 p. 43)
Tu és Filho de Deus!
O ser Budico! O ser Diamantino!
O ser Indestrutível e eternamente feliz!!!!
SOMENTE COISAS BOAS VIRÃO!!!!!
Jorge Altamirano
Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Meu Ideal Seria Escrever...
Meu Ideal Seria Escrever...
Rubem Braga
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse -- "ai meu Deus, que história mais engraçada!". E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria -- "mas essa história é mesmo muito engraçada!".
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse -- e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aqueles pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- "por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!" . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago -- mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: "Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina".
E quando todos me perguntassem -- "mas de onde é que você tirou essa história?" -- eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: "Ontem ouvi um sujeito contar uma história...".
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
A crônica acima foi extraída do livro "A traição das elegantes", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1967, pág. 91.
Rubem Braga
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse -- "ai meu Deus, que história mais engraçada!". E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria -- "mas essa história é mesmo muito engraçada!".
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse -- e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aqueles pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- "por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!" . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago -- mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: "Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina".
E quando todos me perguntassem -- "mas de onde é que você tirou essa história?" -- eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: "Ontem ouvi um sujeito contar uma história...".
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
A crônica acima foi extraída do livro "A traição das elegantes", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1967, pág. 91.
Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
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